A perfeição está nos detalhes

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Sabe como você avalia um bom SHAPE?
Um dos grandes segredos esta nos detalhes, naqueles seguimentos que muitas vezes passam despercebidos no seu treino, os dois grandes esquecidos muitas vezes em planos de treino são os músculos do ante-braço e tríceps sural (soleo e gastrocnêmios).  Algumas pessoas são privilegiadas geneticamente, tem uma enorme facilidade em aumentar o volume muscular nessas regiões, porem os outros pobres mortais devem treinar de forma isolada esses seguimentos em algum momento dos seus treinos.
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O tríceps sural (TR) é responsável em gerar em media 80% da força na flexão plantar os outros 20% ficam com os músculos perimaleolares, O (TR) é um musculo biarticular e tem sua melhor ação na flexão plantar com os joelhos estendidos. BAPTISTA et al (2014). Os músculos dos antebraços são divididos em Anteriores, laterais e Posteriores, sua movimentação consiste em flexão, extensão, abdução, adução, supinaçao e pronaçao.  Por ambos esses músculos serem trabalhados em quase todos os movimentos do nosso dia, tem por características de serem muito resistentes e para levar a hipertrofia, a intensidade do treino para tal deve ser muito forte.
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Agora que você já sabe o básico de ação dos músculos vamos falar da necessidade de treiná-los para fim estético. Os músculos do ante-braço, são a prolongação dos músculos do braço, se não existir uma simetria entre ambos esses segmentos ficam com uma aparência de menor volume, o mesmo acontece para o tríceps sural, ele é uma extensão das pernas se não forem trabalhando de forma harmoniosa fica aquela impressão de uma perna fina que em qualquer momento vai quebrar devido ao peso do corpo enorme. Observe aqueles atletas que você admira o SHAPE e perceba como as linhas do braço e do antebraço tem uma sinueta continuada, tem um leve afunilamento no cotovelo e logo os músculos do antebraço apresentam um volume perfeito, gerando uma sinergia entre todo esse segmento, serve para o tríceps sural da mesma forma em relação a perna. Lembre-se a perfeição esta nos detalhes.
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Henrique Pereira
Brasileiro com licenciatura e bacharelado em educação física. Faculdade Porto Das águas. Especialista em fisiologia do exercício, qualidade de vida e reabilitação pós traumática. Unilas latu sensu. 
Especialista em treinamento personalizado. Fitness Academy ( Lisboa – Portugal)

Vale mesmo a pena treinar quando se esta cansado?

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Problemas de treinar cansado;
 Em um determinado momento da sua fase de treinamento, provavelmente você chegou um dia para treinar e percebeu que seu treino não rendeu a metade do que costuma treinar, as cargas estavam mais pesadas do que o costume, o tempo de descanso não era suficiente para sua recuperação, sua concentração no exercício era zero, você saiu do ginásio com a sensação de fracasso, que o treino não valeu nada, correto
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Então vamos entender alguns fatores que podem levar a essa situação e como lidar com eles. Primeiramente vamos entender que o exercício físico resistido (EFR) influencia no aumento de TT (testosterona total), TF (testosterona livre), DHEA (Dehidroepiasterona), e cortisol, esses hormônios são apresentados em indivíduos tanto sedentários como já praticantes de exercício resistido, a diferença fica na produção pôs treino, em indivíduos mais treinado é mais difícil de alterar a produção pôs exercício, CADORE et al (2008). sabendo que esses hormônios têm relação com a recuperação e estimulo de síntese proteica, fica mais claro saber por que a pratica de (EFR) crônico pode sofrer alterações em sua resposta de recuperação pôs treino, assim causando estreses fisiológico mais do que seu corpo pode se recuperar em curto prazo.
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 Exercícios intensos e prolongados influenciam a inflamação crônica, overtraining, e baixa de imunidade. Seu principal fator seria a síntese de compostos pro-oxidantes, que são conhecidas como espécies reativas de oxigênio (ERO) e nitrogênio (ERN). Com seu aumento, a capacidade antioxidante corporal fica prejudicada, levando a um estresse oxidativo, consecutivamente ao aumento lesões e cansaço físico. Uma das estratégias usadas para minimizar a oxidação celular está na ingestão de minerais, vitaminas, aminoácidos e flavonoides.
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 E por ultimo os fatores psicológicos, sabendo que o estrese psicológico causado pelo (EFR) pode ter resposta tanto positiva como negativa dependendo a fase que se encontra o atleta. Alguns estudos utilizando o protocolo de POMS-Profile Of States que mede o estrese psicológico usando seis escalas; tensão, ansiedade, depressão, raiva, vigor, fadiga, e confusão mental, chegou ao resultado que o treinamento em esforço máximo pode levar indivíduos a um estado de humor negativo, um desanimo e irritabilidade emocional. FREITAS et al (2008).
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Resumo da Opera, entenda que por mais que você, ate queira treinar em determinado dia, existem fatores que devem ser levados em consideração, são eles hormonais, alimentares e psicológicos. Haverá dias em que entrara no ginásio e terá o melhor treino da sua vida, um PUMP maravilhoso, treino com cargas muito mais elevadas do que normalmente treina, tudo vai estar a seu favor, então aproveite esse dia. Porem haverá aquele dia que era melhor ter ficado em casa, então aprenda a ler seu corpo e sua resposta ao treinamento, pare e descanse se for possível e necessário, a grandes chances de se lesionar ou entrar em processo catabolico por não saber a hora de descansar. Perca uma batalha, mas não a Guerra.
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Henrique Pereira
Brasileiro com licenciatura e bacharelado em educação física. Faculdade Porto Das águas. Especialista em fisiologia do exercício, qualidade de vida e reabilitação pós traumática. Unilas latu sensu. 
Especialista em treinamento personalizado. Fitness Academy ( Lisboa – Portugal)

SÍNDROME DA “Bunda de Urso”

SÍNDROME DA “BUNDA MORTA”
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Hoje vamos de gluteos FITfam, quase todos vcs me perguntaram sobre como evitar o tal ” bumbum caido” ou ter algum ganho para quem nao foi “Graciane” por Deus.., lol
O seu bumbum está com a saúde em dia? Pois saiba que o funcionamento inadequado do músculo glúteo médio pode ocasionar a síndrome da amnésia glútea ou síndrome da bunda morta. Mas será que ficar muito tempo sentado teria algum tipo de relação com esse problema?
Alguns estudos garantem que essa relação só existe porque a pessoa que fica nesta posição de inércia por muito tempo provavelmente não faz exercícios regularmente.
A síndrome da bunda morta nada mais é do que a insuficiência do glúteo médio. Na verdade, ela acaba ocorrendo por causa da falta de preparo desta musculatura e não necessariamente pelo fato de a pessoa ficar sentada quase o dia todo.
Inclusive, a síndrome pode atingir quem pratica exercícios. O ortopedista diz que é comum o corredor sem o fortalecimento adequado do glúteo médio ter perda de performance pela diminuição da atividade deste músculo. Posicionado na lateral do quadril, o glúteo médio é o principal responsável por manter a pelve e a coxa alinhados em atividades com descarga de peso, como na caminhada ou corrida.
Ele é o principal estabilizador da pelve (bacia). Quando o atleta tira o pé do chão, a bacia fica estabilizada pela ação do glúteo médio do outro lado. Quando não tem essa ação competente, a pessoa tira o pé do chão e a bacia “cai” para o outro lado. Isso vai gerar outras lesões.
A melhor forma de evitar a síndrome da bunda morta é praticar exercícios com diversos grupos musculares. Isso indica, então, que os corredores ou praticantes de caminhadas devem incluir o fortalecimento dos músculos glúteos na sua rotina de treinamento.
Intercalar algumas atividades com descarga de peso entre os períodos sentados e trabalhar o músculo glúteo médio seriam exercícios indicados.
Autor: Bruno Borges – Ireland 2018

 

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